quarta-feira, 30 de junho de 2010

É o Brasil Verde Amarelo

O nosso coração está verde amarelo. O sentimento brasileiro que nos desperta durante este período é impressionante. É o nosso Brasil disputando mais uma taça na Copa do Mundo. O mundo literalmente para para ver as jogadas, os passes de bola, as cabeceadas, os toques e principalmente os gols. Não tem cor, não tem raça, estamos da cor do Brasil sentindo e se emocionando a cada jogo.
É o momento em que nos reunimos com a família e com os amigos para gritar, reclamar, dar sugestões e até chutar a bola mesmo não estando lá. É a hora de falar do juiz, do bandeirinha, do técnico, inclusive da famosa Jabulani. A nossa torcida vai aumentando a cada jogo que passa, a ansiedade na espera e o toque do Hino Nacional nos alerta de que somos brasileiros e que o país do futebol é aqui.
A paixão pelo futebol vem de longe. O Brasil é considerado o país do futebol por ter tantos títulos, tantos jogadores consagrados que são realmente bons de bola e pelos shows nos estádios que já vimos e que ainda queremos tanto ver. E não falo só dos jogos da seleção brasileira, mas também dos times e dos campeonatos brasileiros. Acredito ser importante tratar desse assunto, não só especificamente desse esporte como também de outros, como o futsal, vôlei, basquete, atletismo, entre outros, em se tratando da história em si, como e quando tudo começou, da luta de meninos pobres a se tornarem grandes jogadores e do sonho, ainda, de muitos.
A confiança de vencer a Copa é enorme, mas, mesmo que não, estamos conscientes de que é uma batalha que não se conquista sozinho, mas que precisa e muito do apoio da torcida. Vamos continuar torcendo e esperar o melhor do Brasil!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

ITAMARaty News 6

Olá amigos amantes do antigomobilismo já saiu a sexta edição do ITAMARaty News, espero que gostem!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Falta educação ambiental

Faz parte das nossas andanças pelo estado a observação da natureza, das marcas sofridas pelo meio ambiente que a cada instante é impactado pelas ações homem. Não obstante a preocupação maior que ocorre na atualidade, quanto aos aspectos de proteção ambiental, o ser humano continua a ser o maior agressor da natureza. Quantas atitudes negativas acontecem no dia-a-dia. Não é raro o indivíduo descartar o vasilhame de plástico na rua, nas praças e nos jardins de nossas cidades e, também, nas rodovias, demonstrando a falta de educação ambiental.
Em algumas análises notamos muitos pontos positivos que, atualmente, estão sendo colocados para as nossas crianças e nossos jovens, criando um ambiente de discussão nas escolas, quanto a necessidade de promovermos o desenvolvimento sustentável, preservando a nossa natureza.
No entanto, a falta de educação ambiental, ainda se sobressai, sendo necessário mentalizar desde a primeira infância que dependemos da natureza, em seu estado natural, para nossa própria sobrevivência. Esse é o primeiro passo.
Não importa onde estejamos, não importa se na Avenida Paulista, ou na selva amazônica; devemos lutar com o mesmo objetivo, sempre: priorizar,  principalmente nas escolas, atividades de fácil acesso sobre a educação do meio ambiente, para que haja plena conscientização das gerações futuras quanto a necessidade do cidadão dar bons exemplos quanto à defesa ambiental. 
A melhor mensagem que devemos deixar é a mensagem do bom exemplo. Não podemos mudar o mundo num passe de mágica, mas podemos mudá-lo com pequenas atitudes que influenciarão nossos familiares, nossos amigos, vizinhos, conhecidos, formando uma corrente renovadora.
Tomara que a natureza tenha paciência.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

Responsabilidade social privada

Percebe-se a nítida mudança de visão do mundo empresarial. Hoje, as empresas, sobretudo as de médio e grande porte, mantêm programas voltados para a melhoria da condição humana e da qualidade de vida da classe trabalhadora. A responsabilidade social, aliada à responsabilidade ambiental, são itens extremamente importantes na avaliação e classificação das empresas.
Não existem obrigações expressas para que a empresa realize projetos que beneficiem a população; o que contam são suas responsabilidades na relação empregador/empregado. Além de se preocupar com as questões ambientais obrigatórias, com a condição de vida do trabalhador e com a aplicação das leis trabalhistas, é de se louvar que a empresa, mesmo que pequena, faça a sua parte.
Essas iniciativas, embora pareçam pequenas, contribuem diretamente com as classes menos favorecidas, com aqueles que têm menos oportunidades. São simples projetos que tiram muitas crianças das ruas, que capacitam profissionais para o mercado de trabalho, que preparam jovens para objetivos futuros.
Essa interação social, empresa/empregado, não prescinde no responsável de seus interesses pessoais e profissionais. Apenas, colabora com a abertura de oportunidades para ótimas perspectivas futuras de muitos. É certo que a falta de tempo, outras prioridades e também a não informação sobre o assunto, interferem em importantes decisões dos empregadores.
O país se resume no resultado de todos os esforços. Portanto, se o Brasil pudesse contar mais com a colaboração de empresas privadas, para somar aos projetos oficiais, teríamos oportunidades de grandes conquistas para todos.