sexta-feira, 11 de junho de 2010

Falta educação ambiental

Faz parte das nossas andanças pelo estado a observação da natureza, das marcas sofridas pelo meio ambiente que a cada instante é impactado pelas ações homem. Não obstante a preocupação maior que ocorre na atualidade, quanto aos aspectos de proteção ambiental, o ser humano continua a ser o maior agressor da natureza. Quantas atitudes negativas acontecem no dia-a-dia. Não é raro o indivíduo descartar o vasilhame de plástico na rua, nas praças e nos jardins de nossas cidades e, também, nas rodovias, demonstrando a falta de educação ambiental.
Em algumas análises notamos muitos pontos positivos que, atualmente, estão sendo colocados para as nossas crianças e nossos jovens, criando um ambiente de discussão nas escolas, quanto a necessidade de promovermos o desenvolvimento sustentável, preservando a nossa natureza.
No entanto, a falta de educação ambiental, ainda se sobressai, sendo necessário mentalizar desde a primeira infância que dependemos da natureza, em seu estado natural, para nossa própria sobrevivência. Esse é o primeiro passo.
Não importa onde estejamos, não importa se na Avenida Paulista, ou na selva amazônica; devemos lutar com o mesmo objetivo, sempre: priorizar,  principalmente nas escolas, atividades de fácil acesso sobre a educação do meio ambiente, para que haja plena conscientização das gerações futuras quanto a necessidade do cidadão dar bons exemplos quanto à defesa ambiental. 
A melhor mensagem que devemos deixar é a mensagem do bom exemplo. Não podemos mudar o mundo num passe de mágica, mas podemos mudá-lo com pequenas atitudes que influenciarão nossos familiares, nossos amigos, vizinhos, conhecidos, formando uma corrente renovadora.
Tomara que a natureza tenha paciência.

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